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21 de junho de 2009

RETROCESSO PROFISSIONAL , FIM DO DIPLOMA DE JORNALISMO


E UM PÁSSARO ? E UM AVIÃO?E PALHAÇADA ? E BRINCADEIRA ? E FOFOCA? NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

E O FIM DO DIPLOMA .

ISSO E UM PESADELO , JÁ POSSO IMAGINAR QUEM O SILVIO SANTOS VAI COLOCAR COMO REPORTER , ( TADINHA DA MAISA ) OU QUEM SABE A VOLTA DO BOZO , QUER UM PESADELO PIOR? IMAGINE ENTÃO A REDE RECORD , VOU TE DAR UMA DICA BEM BAIXINHO (bispo, pastor)

SÓ TENHO UMA COISA A DIZER ...RETROCESSO

FAZER OQUE NÉ ? ESSE E O NOSSO BRASIL ,NOSSOS MARAVILHOSOS POLÍTICOS QUE ESTÃO SEMPRE PENSANDO NO POVO BRASILEIRO , EU FICO IMAGINADO QUANTO TEMPO QUE ELES FICARÃO PENSANDO E ANALISANDO ESSE PROJETO , COMO ELES CHEGARAM A CONCLUSÃO QUE ISSO ERA O MELHOR PARA O POVO

BOM, NÃO ME RESTA MAIS NADA... A NÃO SER ESPERAR O FIM DO DIPLOMA DE DIREITO PARA PRESTAR CONCURSO PARA JUÍZA, ACHOU ENGRAÇADO? VOCÊ ACHA QUE EU ESTOU PIRANDO ? ENTÃO LEIA ISSO E CHORE

Depende, depende. Se não houver regulamentação, todos com conhecimento maior podem ser jornalistas, advogados, sociólogos, filósofos, etc. Por isso, proponho o fim do diploma de advogados para todos possamos ser, um dia, ministros do STF, que acaba de prejudicar o jornalismo brasileiro. Eu me defendo bem em vários momentos. Dispenso advogado. O debate está proposto. Também posso ser juiz .brasilwiki

ISSO E SÓ O COMEÇO ou pior o fim

Liberou Geral! Nesta semana, ocorreu a propagada queda da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo. O Supremo Tribunal Federal oficializou, de certa forma, o que já acontece em vários veículos de comunicação, especialmente na televisão.

Na última quinta-feira (18/06), Fátima Bernardes e William Bonner leram, durante o "Jornal Nacional", uma nota oficial das Organizações Globo que festeja a decisão do STF. "A decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o diploma de jornalista é bem-vinda. Ela atesta como legal situação vivida por órgãos de imprensa, que, há anos, têm na sua equipe especialistas de outras áreas, com talento reconhecido, mas que não se formaram na profissão", informa o comunicado. Os ex-BBBs agora podem trilhar por essa nova brecha. Diego Alemão até já tentou, sem sucesso, se transformar em repórter do "Fantástico".

No SBT, por exemplo, a apresentadora Analice Nicolau, que ainda não é jornalista formada, comanda o "Jornal do SBT Manhã". Na Band e na TV Globo, diversos ex-jogadores de futebol se transformam em comentaristas esportivos. O eterno ídolo corintiano Neto até tinha uma coluna semanal no jornal O Estado de S. Paulo, além de bater o cartão, diariamente, na Rede Bandeirantes.

Luciano do Valle até já criticou, veementemente, seus colegas de emissora em um programa veiculado em Pernambuco. "Na minha condição de jornalista, não estão o Neto e o Godoy. Para comentar, ao meu lado, tem de ter diploma. E eles não têm. Não adianta ir na onda deles. Eles só querem bagunça, querem audiência". "Cadê o diploma do Milton Neves? E do Flávio Prado?", cutucou o locutor. Agora, o discurso está fora de moda....

Na RedeTV!, surgem diversos repórteres não formados em Jornalismo. No "TV Fama", por exemplo, "tchitchia" Monique Evans realiza reportagens. A emissora de Dallewo, que gosta de explorar os belos ângulos das mulheres frutas, agora tem caminho aberto para transformar Mulher Samambaia, Mulher Jaca e Mulher Moranguinho em jornalistas. Elas podem criar uma nova especialidade na área, o "jornalismo sensual". É a democratização da informação!

Neste primeiro momento, vai aprofundar, ainda mais, a vulgarização do termo "jornalista". Depois do processo, sobreviverá quem realmente tem talento e disposição.
PORTAL IMPRENSA


Fim do diploma de jornalista: retrocesso profissional e político
Sábado, 20 de Junho de 2009 10:12
Por Luiz Gonzaga Motta (*)
O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira, 17 de junho, pela não obrigatoriedade do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. Assim, qualquer pessoa, independente de sua formação, poderá exercer o Jornalismo, mesmo que tenha apenas curso primário. Pior ainda, as empresas jornalísticas poderão contratar e colocar nos cargos de repórter ou editor os seus afilhados pessoais, compadres e apadrinhados políticos, independente do preparo da pessoa para a responsabilidade destas funções.( CLIQUE LINK E VEJA A REPORTAGEM COMPLETA ) NEWS

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